Cuties, Mignonnes: uma análise do filme.
Por: Robson Willer Scardini
O que está acontecendo nesta fase de nossa história em que estamos atravessamdo a década de 2020? A industria do entrenimento vem não dialogando com o cidadão com das américas e surgem cada vez mais críticas ao que se vê em novelas, filmes, séries, etc. Poderíamos conversar sobre isto, mas no momento aqui fica apenas uma análise do filme como veremos a seguir.
Segundo o autor e a posteriori a Netflix o intento é fazer uma crítica à hipersexualização de meninas pré-adolescentes, palavras que parecem falaciosas ao ver o conteúdo. Na realidade ao ver o roteiro o que transparece é ser uma crítica à sociedade dita conservadora. O nome do filme poderia ser Amy (11), pois esta menina é trás a razão do filme, e transparece ser a que está, principalmente, gerando esta conversa toda sobre o filme polêmico que trás o conflitar com pensamentos hegemônicos da sociedade, onde religião, âmbitos e pensamentos estabelecidos se conflitam na mente de alguém que está descobrindo o mundo numa fase pré-adolescente. O filme gera em torno de: tabus, hábitos e costumes. conflito intergeracional, sendo esta a temática de Mignonnes. Um problema que vejo é que o conflito é tratado para estimular o próprio conflito e não sendo uma aula de diálogo ou reflexõ ao assunto dos conflitos entre gerações. Outra coisa estranha é esta temática em torno de conflito geracional sendo levado de uma forma que não é uma mensagem instrutiva ou positiva para o público a que se direciona (adulto), mas expõe a este a sensualidade de pré-adolescentes de onze anos.
Há um momento em que a personagem principal (Amy) se insinua sexualmente, de leve, para um adulto, sendo irritante para muitos, e isto apenas para usar um celular. As meninas do grupo de dança “Cuties” ou “Mignonnes” usam palavrões, cujo uso por pré-adolescentes chocará pode também chocar. É um filme que é bem semelhante ao de ativismo político ideológico sob uma perspectiva marxista/progressista quando buscam trazer à dialética social-conservadora vs ideias "emancipatórias" na direção de uma pretensa revolução cultural, como já tivemos nas décadas de 1960 e 1970, tendo como cenário de fundo a religião, pretensos tabus, hábitos, valores e princípios estabelecidos, e afins.
Muitos não acham problema no debade de tabus, valores e pricípios intergeracionais, mas a questão é o como se dá tal enfoque e como se trabaçha tal questão.
No caso do filme Cuties (Mignonnes) a própria exposição de pré-adolescentes em sua suxualidade e sensualidade já leva a muitas pessoas a condená-lo apenas neste ato não importando mais além disso qualquer discurso em defesa de tal filme.

Nenhum comentário:
Postar um comentário