segunda-feira, 21 de setembro de 2020

  HISTORIOGRAFIA DAS PESSOAS E A LIBERDADE: 

Pode haver liberdade e não inferência ideológica? (Parte 1)


Por: Robson Willer Scardini


Sobre a pergunta: pode se ter influência por parte do professor, e, este junto ao aluno no aprendizado de história? Digo que não são poucos os historiadores e professores de história que dirão que sim. Este "sim" é baseado no pensamento de que todos os indivíduos têm construtivamente uma identidade ideologia, e, é apartir desta ideologia adquirida que surgirá a perpectiva dos fatos pelos indivíduos. De fato pode-se a até crer que todos nós seres humanos vivendo em sociedade somos ensinados de acordo com o nosso meio social no que ele nos passa em termos de valores, princípios, ética, religião, organização. etc; e olharmos o mundo através deste prisma. Porém, mesmo assim vai a pergunta: podemos dizer que há um aluno de história pode ter um aprendizado livre destas influências? Sim! Eu creio que posso defender esta tese do sim: "Sim é possível aprendermos história sem influências daquilo que retemos de pensamentos adquiridos, e afins." Então, COMO? Eis a nossa questão. 

         Todo método historiografico, até hoje, nos levavam a uma perpectiva dos eventos históricos em distintas visões e ponto de vista de acordo a visão pelo prisma daquela visão espesífica, porém, aqui não estamos falando das visões metodológicas e dogmáticas já construidas, mas de um novo método que ousa dar aos alunos de história e demais a visão do prório aluno ou demais, isto é, DAS PESSOAS em si, e não a visões ou perpectivas pré estabelecidas em métodos diversos; e, mesmo neste método. É este método que vem a ser convencionado a se chamar "Historiografia das Pessoas". Porque das pessoas? Por que o seu ponto de vista é o ser humano na sua natureza de ser e biológica, aqui é o seu ponto de partida e ponto de vista para os fatos históricos. Desta forma o método "das pessoas" busca ser um facilitador ou intermediador entre o fato histórico e a pessoa do indivíduo. O método expõe o fato, mas não o julga, pois nesta métodologia a síntese e julgamento pertensem ao aluno e a quem é exposto um texto cabendo ao professor ou historiador o papel de mediador.
    

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